Este espaço está reservado para a Revista O TRUQUE.
Aqui pretendo recuperar os melhores momentos da Revista O TRUQUE,
republicando suas melhores reportagens e quem sabe, com o tempo,
publicar novos assuntos, resgatando e seguindo a linha editorial da antiga revista.
Há alguns anos atrás, existia no Brasil uma revista, editada em Brasilia, que como a Internet nos dias de hoje, era o ponto de encontro dos Ferromodelistas de todo o país.
As pessoas se conheciam através do Expresso Centro-Oeste.
A revista apresentava e discutia o que acontecia no Ferromodelismo nacional.
Eram apresentadas transformações, construções de modelos, discutia-se a qualidade dos produtos nacionais e estrangeiros e os iniciantes, intermediários e experts, trocavam informações, sobre tudo relacionado ao mundo ferroviário e ferromodelístico.
Acontece que essa revista, por vários motivos, deixou de ser editada e os Ferromodelistas ficaram distanciados uns dos outros, com as informações circulando apenas entre grupos fechados, devido a vários fatores como distância, bairrismo e dificuldades sócio econômicas.
Nessa época, eu e o Kléber Nunes Ângelo, juntamente com outros amigos, participávamos da construção da maquete na sede regional de uma associação de preservação ferroviária no Rio de Janeiro - RJ e, para relatar o progresso da construção, passei a escrever alguns relatórios que o Kléber enviava para serem publicados no Expresso Centro-Oeste.
Com a parada de circulação do Expresso Centro-Oeste, resolvemos iniciar a publicação do nosso próprio jornal, para continuar dando notícias sobre o que estávamos fazendo aqui no Rio de Janeiro e assim nasceu essa publicação e passou a se chamar O TRUQUE.
A partir de uma primeira e segunda edição feita em duas folhas de papel tamanho ofício, passamos já na terceira edição, para um formato de revista, em tamanho A5 (ofício dobrado), ainda com poucas páginas (quatro páginas apenas) e, com o tempo, fomos evoluindo para vinte e quatro paginas e em algumas edições chegamos a um número até maior de páginas.
No ínício, apesar de a matriz ser feita em cores, as edições eram em xerox preto e branco, mas a partir da décima primeira edição passamos a fazê-las totalmente em cores e impressas em impressora jato de tinta doméstica. Fomos assim até a edição de número vinte e seis, por volta de agosto de 2001, quando por vários motivos, inclusive de saúde, não nos foi mais possível continuar com a publicação. (continua)
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